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[2008] Army Marketing

Atualizado: 16 de fev.


Em 2008, dei meu primeiro passo oficial no universo da comunicação e do marketing. A oportunidade surgiu na Army Marketing, uma agência com forte atuação em marketing promocional, ações de guerrilha e trade marketing. Na época, eu ainda estava construindo minha visão sobre o mercado e entendendo qual seria meu posicionamento profissional dentro desse universo tão amplo.


Esse projeto durou aproximadamente dois meses. Foi curto em tempo, mas extremamente relevante em aprendizado. Meu ponto focal dentro da operação eram os supervisores de trade da agência, que organizavam as escalas e direcionavam as ações em campo.

Hoje, olhando estrategicamente, eu consigo enxergar que essa experiência foi a base prática que me fez compreender, na ponta, como funciona o marketing no ponto de venda.


O cenário do mercado em 2008

Naquele momento, o marketing promocional era uma das grandes apostas das marcas para gerar experimentação e impulsionar vendas diretas. O investimento em trade marketing estava crescendo, principalmente em lojas de departamento e varejistas de tecnologia como a Kalunga.


As marcas buscavam presença física, abordagem direta e demonstração técnica como forma de diferenciar seus produtos em um mercado altamente competitivo.

O desafio era claro. Converter atenção em venda imediata.


O escopo inicial e minha atuação

Minha função era atuar como promotor de vendas em estandes das marcas Elgin e Canon, apresentando produtos como pilhas, baterias e acessórios eletrônicos.


Eu tinha uma escala de lojas. Precisava me deslocar até pontos específicos, montar presença no estande e abordar clientes que circulavam pelo local.


Minha responsabilidade incluía:

• Demonstração técnica dos produtos

• Explicação de diferenciais e benefícios

• Abordagem ativa de clientes

• Geração de interesse e estímulo à compra


Era um trabalho totalmente voltado para execução em campo, com foco direto em vendas e ativação de marca.


O desafio estratégico pessoal

Apesar de eu ter desenvoltura para falar e explicar produtos, eu sabia internamente que aquele não era o formato de atuação que eu queria para minha carreira.

Eu sempre fui tímido. E ali eu fui colocado em uma posição onde precisava explicar uma tecnologia que eu tinha acabado de conhecer, para pessoas que muitas vezes eram mais experientes do que eu.


Esse foi o meu grande desafio naquele momento.

Sair da zona de conforto.

Aprender rápido.

Convencer com segurança.

Mesmo sendo uma experiência curta, ela exigiu de mim:

• Comunicação clara e objetiva

• Persuasão em vendas

• Capacidade de adaptação

• Inteligência emocional no contato direto com o público


Por que não continuei

Eu permaneci cerca de dois meses. Não me adequei ao modelo operacional da função. Eu já percebia que meu interesse estava mais ligado ao planejamento estratégico do marketing, à construção de marca e ao posicionamento, e não apenas à execução promocional. Mas existe um ponto importante aqui. Nem toda experiência precisa ser longa para ser transformadora.


O que essa experiência construiu em mim

Essa vivência me ensinou algo que carrego até hoje como gestor e estrategista.

Marketing não acontece só na teoria. Ele acontece na ponta. No contato direto com o cliente. Na forma como a mensagem é transmitida. Na clareza do discurso.

Hoje, quando estruturo estratégias de branding, posicionamento e comunicação para meus clientes, eu sei exatamente como aquela mensagem vai se comportar na prática.

Porque eu já estive lá.

Eu já precisei abordar. Eu já precisei convencer. Eu já precisei improvisar.

Essa experiência me deu repertório real de mercado.


Principais aprendizados estratégicos

• Entendimento prático de trade marketing

• Experiência direta com comportamento do consumidor

• Desenvolvimento de comunicação persuasiva•

Construção de confiança em ambientes de venda

• Capacidade de adaptação rápida a produtos técnicos


Encerramento Estratégico

Se eu pudesse resumir essa fase, eu diria que foi o meu laboratório prático de comunicação.

Nem sempre o primeiro movimento é o ideal. Mas ele é fundamental para clarear o caminho.

Na Army Marketing, atuei com:

• Marketing promocional

• Trade marketing

• Demonstração de produtos

• Comunicação no ponto de venda

• Ativação de marca


Hoje, como estrategista, eu ajudo empresas a estruturarem posicionamento, branding e estratégias de marketing que funcionam tanto no digital quanto no mundo físico.


Se você sente que sua marca pode estar executando ações sem estratégia clara, talvez seja o momento de ter um olhar mais profundo sobre o seu posicionamento.

Vamos conversar. Às vezes, um ajuste estratégico muda completamente o rumo dos resultados.

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